domingo, 28 de outubro de 2007
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
"David"
O “David” de Donatello é restaurado em Florença à vista do público
O "David" de Donatello, a obra-prima em bronze de 1440, está a ser restaurado e os trabalhos serão mantidos durante os próximos 18 meses no Museu Bargello, de Florença, onde está exposto e os trabalhos manter-se-ão abertos ao público, que os poderá seguir nas horas de visita do museu.
A obra de Nicoló di Betto Bardi, mais conhecido como Donatello, é considerada o primeiro nu integral desde a época dos Romanos. A restauração da escultura terá um custo de 200 mil euros, segundo indicaram autoridades relacionadas com os Museus Florentinos.
O "David", que não era restaurado há mais de 100 anos, está a ser submetido a um processo de limpeza com técnicas de vanguarda, que implicam recorrer ao uso do bisturi e do microscópio. Também se utilizará um raio laser especial para a limpeza das partes douradas e mais frágeis da obra.
A escultura do "David" de Donatello mede 159 centímetros de altura e tem uma circunferência de 51 centímetros e foi construída em bronze, em 1440, a pedido da poderosa família Medici.
O "David" de Donatello, a obra-prima em bronze de 1440, está a ser restaurado e os trabalhos serão mantidos durante os próximos 18 meses no Museu Bargello, de Florença, onde está exposto e os trabalhos manter-se-ão abertos ao público, que os poderá seguir nas horas de visita do museu.
A obra de Nicoló di Betto Bardi, mais conhecido como Donatello, é considerada o primeiro nu integral desde a época dos Romanos. A restauração da escultura terá um custo de 200 mil euros, segundo indicaram autoridades relacionadas com os Museus Florentinos.
O "David", que não era restaurado há mais de 100 anos, está a ser submetido a um processo de limpeza com técnicas de vanguarda, que implicam recorrer ao uso do bisturi e do microscópio. Também se utilizará um raio laser especial para a limpeza das partes douradas e mais frágeis da obra.
A escultura do "David" de Donatello mede 159 centímetros de altura e tem uma circunferência de 51 centímetros e foi construída em bronze, em 1440, a pedido da poderosa família Medici.
Notícias
Estados Unidos devolve ao Peru 412 peças arqueológicas pré-colombianas
O governo norte-americano entregou ao Peru 412 peças pré-colombianas, incluindo uma vasilha de cerâmica de 3.500 anos, que foram retiradas ilegalmente do país andino e confiscadas no sul da Florida. Trata-se de uma das maiores recuperações de peças arqueológicas peruanas levadas por contrabando para os Estados Unidos. A operação foi conseguida graças a dois meses de investigações efectuadas pelo Serviço de Imigração e Controlo de Alfândegas (ICE) e o oficial do condado de Broward, do norte de Miami.
As peças recuperadas provêm das culturas Mochica, Chimú, Chancay e Cuspinique e datam de 1.500 anos antes de Cristo. O cônsul geral do Peru em Miami, explicou que as autoridades norte-americanas iniciaram as investigações depois de apreenderem em Setembro de 2006 um lote de peças, entre as quais havia artefactos da Colômbia, Equador e México, além das peruanas.
Entre as peças peruanas há trajes funerários, um poncho de penas típico da zona de Paracas, máscaras de metal, tecidos, uma boneca de tela, uma cesta com acessórios para tecer e uma figura masculina que se estima ter 1.800 anos da cultura Chancay.
As autoridades descobriram as peças em vários sítios do sul da Florida e detiveram um sujeito de origem italiana na sua residência, onde encontraram as peças de contrabando.
A recuperação deste património cultural foi efectuada de acordo com o Memorando de Entendimento subscrito entre Lima e Washington que proíbe a importação, exportação e transferência de material arqueológico de culturas pré-hispânicas.
O governo norte-americano entregou ao Peru 412 peças pré-colombianas, incluindo uma vasilha de cerâmica de 3.500 anos, que foram retiradas ilegalmente do país andino e confiscadas no sul da Florida. Trata-se de uma das maiores recuperações de peças arqueológicas peruanas levadas por contrabando para os Estados Unidos. A operação foi conseguida graças a dois meses de investigações efectuadas pelo Serviço de Imigração e Controlo de Alfândegas (ICE) e o oficial do condado de Broward, do norte de Miami.
As peças recuperadas provêm das culturas Mochica, Chimú, Chancay e Cuspinique e datam de 1.500 anos antes de Cristo. O cônsul geral do Peru em Miami, explicou que as autoridades norte-americanas iniciaram as investigações depois de apreenderem em Setembro de 2006 um lote de peças, entre as quais havia artefactos da Colômbia, Equador e México, além das peruanas.
Entre as peças peruanas há trajes funerários, um poncho de penas típico da zona de Paracas, máscaras de metal, tecidos, uma boneca de tela, uma cesta com acessórios para tecer e uma figura masculina que se estima ter 1.800 anos da cultura Chancay.
As autoridades descobriram as peças em vários sítios do sul da Florida e detiveram um sujeito de origem italiana na sua residência, onde encontraram as peças de contrabando.
A recuperação deste património cultural foi efectuada de acordo com o Memorando de Entendimento subscrito entre Lima e Washington que proíbe a importação, exportação e transferência de material arqueológico de culturas pré-hispânicas.
Monet
Monet não era impressionista, a sua técnica era o resultado de doenças da vista
O chamado pai do impressionismo, Claude Monet, não estava perto da "abstracção" no final da sua vida, simplesmente tinha cataratas, segundo uma experiência levada a cabo por um científico norte-americano do Centro Médico da Universidade de Stanford nos EUA. Uma experiência desenvolvida por Michael Marmor, professor de oftalmologia desta universidade, e que supostamente demonstra que as pinturas de Claude Monet (1840-1926) e de Edgar Degas (1834-1917) não demonstram uma mudança de estilo no final da vida destes dois artistas com aproximação à abstracção, mas sim que sofriam de doenças da vista ligadas à idade.
Segundo o professor Marmor, que recreou por computador, através de um sistema de filtros e apoiando-se em documentos da época, as imagens que viam os dois artistas, afirmou por meio de um comunicado apresentado pela Universidade de Stanford, que Edgar Degas sofria de degeneração macular e Monet de cataratas.
Do ponto de vista do professor Marmor, "no final da sua vida, os contemporâneos dos dois pintores tinham notado que as suas obras eram de elaboração grossa, contrariamente ao realizado anteriormente", mas o estudo actual demonstraria que a mudança na sua técnica foi resultado das doenças visuais. .
Degas, que perdeu a vista entre 1860 e 1910, pintava de maneira cada vez mais frustrada, a doença fazia com que os contrastes fossem cada vez menos difusos. Para Monet, que finalmente foi operado no final da sua vida, "a catarata proporcionou-lhe uma visão manchada, mas também pode afectar-lhe a capacidade de distinguir cores e inclusivamente a percepção de algumas tonalidades. Para o pintor algumas cores transformaram-se em amarelos e sombrios", descreveu o professor Mamor.
O chamado pai do impressionismo, Claude Monet, não estava perto da "abstracção" no final da sua vida, simplesmente tinha cataratas, segundo uma experiência levada a cabo por um científico norte-americano do Centro Médico da Universidade de Stanford nos EUA. Uma experiência desenvolvida por Michael Marmor, professor de oftalmologia desta universidade, e que supostamente demonstra que as pinturas de Claude Monet (1840-1926) e de Edgar Degas (1834-1917) não demonstram uma mudança de estilo no final da vida destes dois artistas com aproximação à abstracção, mas sim que sofriam de doenças da vista ligadas à idade.
Segundo o professor Marmor, que recreou por computador, através de um sistema de filtros e apoiando-se em documentos da época, as imagens que viam os dois artistas, afirmou por meio de um comunicado apresentado pela Universidade de Stanford, que Edgar Degas sofria de degeneração macular e Monet de cataratas.
Do ponto de vista do professor Marmor, "no final da sua vida, os contemporâneos dos dois pintores tinham notado que as suas obras eram de elaboração grossa, contrariamente ao realizado anteriormente", mas o estudo actual demonstraria que a mudança na sua técnica foi resultado das doenças visuais. .
Degas, que perdeu a vista entre 1860 e 1910, pintava de maneira cada vez mais frustrada, a doença fazia com que os contrastes fossem cada vez menos difusos. Para Monet, que finalmente foi operado no final da sua vida, "a catarata proporcionou-lhe uma visão manchada, mas também pode afectar-lhe a capacidade de distinguir cores e inclusivamente a percepção de algumas tonalidades. Para o pintor algumas cores transformaram-se em amarelos e sombrios", descreveu o professor Mamor.
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
David Fonseca
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